A maré mede quantos ativos estão em tendência semanal bullish. Não é o preço do Bitcoin — é a largura do mercado, o termómetro que costuma virar antes do preço nos topos e nos fundos.
% de ativos com tendência semanal bullish (acima de 50% = maioria verde). Histórico retro-calculado das velas com o motor do Radar; atualiza-se sozinho a cada fecho de vela.
Acima de 50%: a maioria dos ativos está bullish. O risco é chegar tarde — quando toca perto de 100%, o mercado está esticado.
Abaixo de 25%: capitulação. Historicamente é onde nascem os fundos — mas ninguém apanha o fundo exato.
Quando o Bitcoin ainda sobe mas a maré já desce, cada vez menos ativos sustentam a subida. É o aviso clássico de topo.
Um índice pode subir com meia dúzia de gigantes enquanto tudo o resto sangra. A maré tira essa ilusão: conta quantos ativos participam. Nós medimo-la em mais de 3.600 ativos multi-classe — cripto, ações, ETFs, commodities e índices — com a mesma regra da Linha do Swell. Por agora esta página mostra a cripto (7 anos de história); as outras classes começam a acumular agora.
No Radar do Swell vês a maré de cada classe ao vivo e os ativos que acabaram de flipar — para saber não só se a maré está a subir, mas onde entrar.
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